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Definições sobre moda e artesanato

Em bate-papo no Poder é Delas 2026, promovido pelo Sebrae Amazonas, a jornalista Glória Kalil chamou a atenção sobre a interpretação do efêmero e do eterno


Sempre estou aprendendo. Costumo dizer que ninguém sabe de nada, a vida é um aprendizado constante. Por isso fiz tanta questão de participar do Sebrae Delas 2026, com o tema ‘O Poder É Delas’. Instigante, principalmente porque a cereja desse bolo confeitado, sem pasta americana, era a jornalista, a consultora de estilo, a escritora Glorinha Kalil.

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Foto: Rodrigo Amorim (Sebrae/Am)

Com a precisão que lhe é própria, a autora dos best sellers: ‘Chic – Um Guia Básico de Moda e Estilo’, o ‘Manual Chic Homem’ e, em 2004, o ‘Chic [érrimo]’, trouxe uma reflexão que vai ultrapassa as passarelas. Disse que a moda, por sua natureza, é passageira. Encanta, seduz, dita movimentos — mas também muda, cansa e, por vezes, trai. Já o artesanato não. Permanece. Ele carrega tempo, história e mãos. Não depende de tendência, nem se curva à pressa. É identidade construída ponto a ponto, fio a fio, geração após geração. Enquanto a moda corre, o artesanato continua se curso por décadas.

O incrível, darling, que essas definições tão necessárias no mundo atual de Inteligência Artificial (IA), reverberaram no meu modesto pensamento de aprendiz. E quer saber? Gostei. E para não dizer que ‘não falei de flores’ (essa é das antigas), consultei o meu assistente IA, o Alfred, que fechou lindamente as minhas indagações com a frase final (ele ama causar!): ‘Tendências vão embora. Essência fica.’. Hum… interessante, ‘pega essa visão’ para começar a semana.

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