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Reitora da Fametro rebate crítica de empresário

Nas redes sociais e no Portal da Rios.FM, Maria do Carmo Seffair rebate os comentários do ex-proprietário da UniNorte


A reitora do Centro Universitário Fametro, Maria do Carmo Seffair, usou suas redes sociais para rebater as críticas do empresário Waldery Areosa, que considerou desleais dentro do que rege a livre concorrência. Ela apontou os resultados positivos alcançados pela Fametro ao longo dos anos. “Quando iniciamos nossa caminhada, os índices de educação eram pífios. Hoje a Fametro ostenta o IGC nota 4 há seis anos consecutivos. O ensino melhorou e muito. Por isso somos procurados com ofertas tentadoras por todos os players da educação. Inclusive, pelo que comprou a sua Uninorte”, rebateu Maria do Carmo.

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(Foto: Reprodução Internet)

Ainda de acordo com a reitora, os alunos da primeira turma de Medicina da Fametro alcançaram resultados com destaque e foram aprovados em residências por todo o país. O Índice Geral de Cursos (IGC) é uma ferramenta do Ministério da Educação Que mede o desempenho das instituições de ensino superior do país, e é construído com base numa média ponderada das notas dos cursos de graduação e pós-graduação de cada instituição. “Nossa expansão e crescimento vêm do reconhecimento dos nossos docentes e alunos que são tratados com dignidade, respeito e muita, muita seriedade no trabalho que executamos. Não vou permitir que, para se autopromover, o senhor venha atacar o que temos de melhor”, destacou Maria do Carmo.

ENTENDA O ASSUNTO

Na sexta-feira (12), o empresário Waldery Aerosa atacou instituições de ensinos médio e superior de Manaus durante o lançamento do novo Centro Integrado de Ensino Superior (Ciesa), que será administrado por ele. Waldery esteve à frente do Centro Universitário do Norte (UniNorte) durante décadas, até vender a empresa para a Laureate Education, em 2008. “Depois que nós vendemos a Uninorte o ensino em Manaus degringolou. Um negócio terrível. Quem está no jogo não é do ramo […] Alguns se aproveitaram da minha ausência, do ensino superior, e entraram no mercado e outros que compraram, não estavam habilitados a isso. Vieram atrás de dinheiro”, acusou o empresário.

FONTE: PORTAL RIOS DE NOTÍCIAS

 

 

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