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Preconceito oculto

Sempre que dirigem as baterias para a professora Maria do Carmo são com palavras carregadas de sinônimos que depreciam o ser feminino. E o preconceito com as iguarias paraenses?


O RANÇO NAS ENTRELINHAS

O pior preconceito é o oculto, o disfarçado, o que vem nas entrelinhas. Os que se referem à professora Maria do Carmo, além de dizerem que ela fala ‘besteiras’ só faltam acrescentar: ‘vai lavar um cesto de roupa na cacimba, menina!’ ou, então, ‘ela tem tudo, quer mais o que?’. E, senhores, eu respondo: quer ser governadora, tá bom ou carece mais? E ainda completo que ela representa o desejo de muita gente que quer ver a mudança, de verdade, na política local. O Amazonas merece!

COP30 VOLTA ATRÁS

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OLHA MAIS UM PRECONCEITO AÍ, GENTE! É inconcebível entender o Pará sem o Tacacá, sem Açaí, sem Maniçoba. é como se fosse ‘Claudinho sem Bochecha’, entende? Gente, do jeito que o paraense é bairrista, com louvor, e defensor das sus raízes (admiro muito ), podia saber que aí, sim, não ia ter conferiria climática nenhuma, porque o tempo ia fechar literalmente, o aeroporto e essa turma cheia de toques e não me toques ia voltar para seus países, sem direito a dançar carimbó em passaporte, maisxxx, rapá. Agora, sinceramente, o paraense é muito unido! Parabéns!

 

 

 

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