Que não é leso nem nada, o governador Wilson Lima preferiu assegurar a permanência na cadeira governamental e terminar o mandato, daqui a nove meses, com uma tratativa futura bem mais assegurada, do que receber, nos peitos, a possibilidade de uma derrota nas urnas.

Foto: Alex Pazuello/ Secom
Agora, vejamos, no meu entender de leitora e eleitora ferrenha, os seus asseclas e afofadores de paletó não poderiam ter evitado tamanho desgaste? Claro que sim. Poderiam dizer: “mano (assim que eles se tratam), baixa o ego, recolhe a bola de campo porque as pedras do dominó já mudaram de mãos. O jogo é outro”. Não é, gente?
Qualquer leigo amazonense – nisso somos os melhores – expert em política cabocla e conversas auriculares (significado: fofoca, mesmo), cantava em prosa e verso essa resenha. Colega – sim, WL é da Comunicação – lembra como tudo começou? Acho que ele esqueceu.
Amiúde, bem amiúde, mesmo (significado: conversa repetida), as favas eram contadas e a melhor saída para o governador, era não sair mesmo do executivo (com trocadilhos, por favor). Assim, vai dar tempo de acomodar a raia miúda e ele próprio, se acomodar, a partir de fevereiro de 2027. Cabe outra expressão: “quem não aprende no amor, aprende na dor”. Pano rapidíssimo!















