Com iniciativas voltadas para impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável e reduzir as desigualdades locais, a Coca-Cola Brasil tem desempenhado um papel importante no fortalecimento da economia local com iniciativas sustentáveis que geram trabalho e renda alinhados à proteção do bioma amazônico.

(Foto: Divulgação)
Um exemplo é o programa Olhos da Floresta, reconhecido por fortalecer e impulsionar a cadeia do guaraná no Estado, proporcionando renda para mais de 350 famílias em 18 municípios. Este é um dos instrumentos de contribuição da Coca-Cola para a construção de um futuro sustentável, com melhorias para as comunidades, para sociedade e para o planeta como um todo. Ele faz parte dos quatro pilares desenvolvidos pela empresa: conservação da floresta, acesso à água, reposição hídrica e o fortalecimento das cadeias agrícolas sustentáveis da região.

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A Coca-Cola Brasil, por meio do Olhos da Floresta, tem impactado e empoderado famílias de produtores de guaraná em quase 90% do território produtor do fruto.
“Esses investimentos consolidam o compromisso da empresa com a sustentabilidade e o desenvolvimento do Amazonas”, destaca o diretor de Relações Governamentais da Coca-Cola Brasil, Victor Bicca.

Victor Bicca – diretor de Relacoes Governamentais da Coca-Cola Brasil (Foto: Divulgação)
Outros dois exemplos notáveis são os programas “Água+Acesso” e o “Bolsa Floresta”, que fornecem acesso à água potável e auxílio financeiro, respectivamente. Essas iniciativas, em parceria com a FAS (Fundação Amazônia Sustentável), têm desempenhado um papel crucial na redução das desigualdades sociais na região.
Refrescar o mundo e fazer a diferença é um compromisso global da companhia, colocando as pessoas no centro de suas atividades, segundo Victor Bicca. “Ao longo de mais de 30 anos, a Coca-Cola Brasil tem consolidado sua atuação na região e reafirmado seu compromisso com as populações locais, especialmente as ribeirinhas. Essa trajetória demonstra a preocupação da empresa em promover o desenvolvimento sustentável, impulsionar a economia local e proteger o valioso ecossistema amazônico”, reforça o executivo.


















