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Efeito Hajjar

Ao não aceitar o convite, a medica Ludhmila deixa o Brasil mais pobre e triste


OPINIÃO DA EDITORA

Em meio a essa crise terrível que o País está passando, assisto a entrevista de Ludhmila Hajjar e fico triste. A frigideira já estava fritando a conceituada médica, antes mesmo da excelente profissional dar a resposta. Algo típico que nós, brasileiros, já estamos acostumados com as intrigas palacianas em Brasilia. Até o mais leigo dos leigos percebe, claramente, que a política está acima de qualquer coisa, principalmente da possibilidade de nos tirar do caos com o embate da vacina, do oxigênio e por aí vai. Fiquei impressionada com a segurança, o conhecimento, o alinhamento que já estava projetado na cabeça da médica que pretendia salvar o Brasil. O Efeito Hajjar é esse. Acordamos com algo que poderia ter sido, mas não foi. Ah, o novo ministro da Saúde, cardiologista Marcelo Queiroga, possui em seu currículo um requisito que, atualmente, vale mais que prova de títulos: é amigo íntimo da família Bolsonaro. Até o número 10. Se desagradar, pode pegar o seu banquinho… Eita, lelê.

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