Uma agência de eventos de Milão é alvo da Justiça italiana por orquestrar um esquema de prostituição. Uma reportagem do jornal Gazzetta dello Sport, publicada na última terça-feira (21), revelou que mais de 70 jogadores da Serie A italiana estariam relacionados ao esquema, além de pilotos de Fórmula 1, empresários e outras celebridades. As informações são do Correio do Povo e Gazzetta dello Sport.

Foto : PIERO CRUCIATTI/AFP/CP/Retirada de Correio do Povo
Os clientes da organização, no entanto, não estão sob investigação, uma vez que não teriam cometido crimes. Prostituição, quando feita de forma voluntária, não é crime na Itália. Porém, a legislação italiana proíbe favorecimento à prostituição e exploração sexual por terceiros.
A agência Ma. De Milano teria faturado mais de 1,2 milhão de euros (R$ 7 milhões) para organizar festas ou vender “pacotes” de comemoração pós-jogo.
A empresa oferecia jantares em restaurantes de luxo, reservas em casas noturnas, uso de óxido nitroso (conhecido como gás do riso) e serviços de acompanhantes. As festas aconteciam na Itália, mas também em viagens organizadas na ilha grega de Mykonos.
Os nomes dos jogadores envolvidos foram omitidos do relatório. Porém, o jornal italiano relata que a lista inclui atletas da Inter de Milão, Milan, Juventus, Sassuolo e Verona. Não está descrito no relatório quantos jogadores teriam usado o serviço de acompanhantes.


















