O Festival, no quesito estilo e moda, foi dele. Hélerson da Maia vestiu e ousou entre as mulheres que mais saíram do padrão Parintins de ser. Como todo mundo sabe, o parintinense, além de artista do Caprichoso, faz looks (deixaram de ser adereços, minhas darlings) inovadores, diferentes, com pegada moderna, sem descaracterizar a essência da Ilha. Sem medo de desagradar, o estilista e artista plástico acrescenta nas suas criações tudo que ver e gosta fora do Muro de Arrimo da cidade. Este ano ele trouxe para complementar as produções das finas e famosas um tecido que deu nome de tururi tecnológico, usou as escamas do peixe de águas salgadas (marinha) que atende pelo nome de Camurupi. Essas escamas refletem a luz de forma intensa e dialogam com a estética criativa de Maia. Entenda o nível de pesquisa e de artesania que alcança a mente do estilista. O mago dos looks icônicos, como de Yara Amazônia Lins e da Mayra Dias revolucionaram a Tupinambarana. Além da leveza do vestido de Lígia Lobato. Resumindo a ópera a céu aberto, Hélerson da Maia deu nome e sobrenome e sendo repetitiva: definitivamente o ano de 2026 foi, sim, de Hélerson da Maia com seu processo criativo, referências amazônicas e elementos da natureza em alta-costura. Ainda bem que ‘habemos’ Hélerson!
• Angela Cidade

• Mayra Dias

• Jade Amorim

• Juliana Latorre di Gregorio

• Geyna Brelaz

• Fernanda Calderaro

• Adriana Cidade

• Yara Amazônia Lins

• Rebeca Brelaz

• Beto com Jeanne Nicolau

• Kelly Rayssa

• Socorrinha Carvalho

• Thaisa Cidade

• A exuberante Polly

• Lígia Lobato

Coluna MZM do Jornal do Commercio

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