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Amazonas é o primeiro estado a ter Plataforma de Simulação de Rapel da Aeronave

O equipamento vai otimizar ações de resgate de vítimas em locais de difícil acesso


Com o objetivo de garantir maior rapidez no resgate de vítimas em áreas de difícil acesso, o Departamento Integrado de Operações Aéreas (Dioa), da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Amazonas (SSP-AM), adquiriu para o treinamento, a Plataforma de Simulação de Rapel da Aeronave. O equipamento é o único entre a segurança pública do Brasil.

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Foto: Divulgação/SSP-AM

O tripulante operacional, tenente Tiago Braga, explicou que os operadores irão realizar o treinamento diariamente, simulando situações de alta complexidade. Os exercícios serão realizados por todos os servidores da equipe operacional do Dioa.

“Hoje, o Dioa possui essa plataforma de rapel simulando o desembarque feito em uma aeronave. Além disso, fizemos também a aquisição de um guincho que é para simular tanto a infiltração de militares em áreas de difícil acesso como também o resgate e remoção de feridos em áreas de selva, áreas remotas e áreas em que a aeronave não tem a possibilidade de pousar, e nós vamos precisar realizar a extração utilizando esse guincho”, disse.

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Foto: Divulgação/SSP-AM

Para o tenente, a plataforma e o guincho são uma grande conquista para o policiamento aéreo do Amazonas. “Antes da utilização do guincho, utilizávamos uma técnica chamada “McGuire” essa técnica deixava o tripulante e a vítima muito exposta nas condições do tempo. Com esse treinamento, a gente elimina esse risco de suspensão da vítima e do tripulante no cabo, e realizamos o içamento dos dois, embarcando na aeronave e levando para o seu local de destino”, explicou o tenente.

Treinamento

O tenente Tiago Braga explicou o passo a passo do treinamento que os tripulantes do Dioa irão realizar diariamente para garantir rapidez e eficiência no resgate de vítimas.

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Foto: Divulgação/SSP-AM

“Primeiramente a aeronave vai chegar ao local e vai fazer o desembarque do tripulante operacional pelo rapel. O tripulante vai equipar a vítima na maca, e dependendo das condições da vítima será a máquina ou o triângulo de resgate que será utilizado. Após isso, a aeronave vai pairar sobre o local, irá realizar a descida do guincho, e depois a extração que é subindo a vítima e o tripulante até embarcar na aeronave e abandonar o local”, disse.

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