Scooter Braun decidiu vender todos os direitos dos primeiros discos de Taylor Swift. O material estava em poder da antiga gravadora, a Big Machine Label Group, que foi vendida para a Ithaca Holdings LLC, de Braun. De acordo com a revista Variety, o comprador é desconhecido, mas o negócio deve chegar a US $ 300 milhões (cerca de R$ 1,62 bilhões) e foi fechado nas últimas duas semanas. Big Machine foi comprada em junho de 2019, por pouco mais de US $ 300 milhões.

(Foto: Divulgação)
A aquisição englobou todos os aspectos dos negócios da BMLG, incluindo sua lista de clientes, acordos de distribuição, publicações e artistas mestres de propriedade. Taylor Swift assinou com o BMLG no início de sua carreira. Seu contrato com a gravadora expirou em 2018, após ela assinar um contrato para futuras gravações com o Universal Music Group. Agora, a cantora está livre para regravar canções de seus primeiros cinco álbuns lançados pelo BMLG a partir deste mês.
Em agosto de 2019, ela já havia manifestado sua vontade de regravar o catálogo produzido na BM. Embora a maioria dos contratos de gravação tenha disposições que proíbem o artista de recortar o material por um período de anos, de acordo com a Variety é especulado que a artista tinha termos favoráveis em seu contrato que tornariam suas músicas elegíveis para regravação em um determinado ponto após o final de cada ciclo do álbum.
A relação de Taylor Swifit e Scooter Braun já andava estremecida. Em diversas vezes, a cantora desabafou publicamente que a transação das empresas não a favoreceu e chegou a revelar que o executivo, nos bastidores, sofria bullying do empresário.


















