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Dançarino amazonense se destaca com turnê pelos Estados Unidos

O jovem, natural do município de Manacapuru, está há quase 17 anos no ramo do break dance


O amazonense Ediomar Queiroz, conhecido artisticamente como Bboy Tchantcho, ficou muito conhecido no cenário do Hip Hop por seus movimentos de grande impacto, como power moves e saltos mortais. O dançarino hoje trabalha em uma companhia de dança internacional sediada na França, e viaja por vários lugares do mundo fazendo apresentações e participando de espetáculos.

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Divulgação/Secretaria de Cultura e Economia Criativa

Tchantcho começou sua carreira artística na dança em 2006, treinando no bairro da Terra Preta, em Manacapuru. Participou de competições em Manaus e foi ganhando destaque no cenário estadual. Depois que ganhou notabilidade nacional, foi jurado de eventos e ministrou muitas aulas e workshops, que fizeram com que ele chegasse na fase que se encontra atualmente.

Para Ediomar, é um privilégio trabalhar com arte e ser reconhecido como um profissional da dança. “As pessoas geralmente não vêem a cultura, a arte, como um trabalho de verdade. Eu quebrei essa barreira, quebrei esse limite, e hoje em dia vivo um sonho, trabalhar com o que eu amo, vivenciando várias experiências e conhecendo vários países. É uma realidade que parecia muito longe e muito difícil para mim, e hoje ela se tornou real”, relatou.

O termo em inglês “BBoy” se originou como uma abreviação de “Breakboy”, que indica uma pessoa que pratica o Break Dance. Parte da cultura do Hip Hop, o ritmo e a dança foram criados por afro-americanos na década de 1970 na cidade de Nova Iorque. A dança inclui movimentos de alta intensidade como giros e acrobacias.

“Cada movimento que a gente aprende é um limite que a gente supera. Então, ser BBoy pra mim é superar meus próprios limites. É como se, além de desafiar a gravidade todos os dias, você também desafiasse a si mesmo, os limites do seu corpo”, descreveu Ediomar, que deu um conselho às pessoas que querem começar a trilhar o caminho do Hip Hop. “A arte, a cultura, o esporte, eles têm esse poder de levar você a lugares inimagináveis. Eu mesmo, vindo do interior do Amazonas, nunca imaginei viver o que eu estou vivendo hoje. Isso foi através da arte, da cultura e de bastante dedicação. Se você tem um sonho, você deve lutar por ele”, finalizou.

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Divulgação/Secretaria de Cultura e Economia Criativa

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