Cerca de 300 pessoas compareceram ao Teatro Amazonas, na noite de quinta-feira (7/10), para prestigiar o encerramento do primeiro Festival de Circo do Amazonas. O evento contou com show de mágico, ventríloquo e espetáculo da Cacompanhia de Artes Cênicas, além do anúncio da próxima edição do festival, em março de 2022.

(Foto: Márcio James/ SEC)

(Foto: Márcio James/ SEC)
Foram mais de 100 artistas das mais variadas linguagens circenses beneficiados pela programação, que contou com espetáculos, oficinas e se dividiu entre circos pela cidade (Circo Marcos Frota, Amazon Master Circus e Ramito Circo), o Largo de São Sebastião, o Teatro Amazonas, além de apresentações em escolas municipais e estaduais.
Desde a recepção na entrada do Teatro Amazonas, com os palhaços Tapioca e Letreka, o público prestigiou uma programação completa de circo, com o mágico Davis e o ventríloquo Odiney e o boneco Luizinho, e o espetáculo principal “O Palhaço de La Mancha”, da Cacompanhia.
Homenagem
Ainda antes da apresentação da Cacompanhia, o presidente da Associação de Artistas Circenses, Anilton Santos, fez uma homenagem a artistas que morreram antes e durante a pandemia de Covid-19, como Selma Bustamante (1955-2019), Ney Jorge Tabara – Palhaço Tio Peteka (1967 – 2021), Wilson Costa – Palhaço Zé de Cima (1948 – 2021) e Gildardo Charry – Palhaço Pascoalito (1958 – 2021).
Próxima edição
O secretário de Cultura e Economia Criativa, Marcos Apolo Muniz, afirmou que o festival obteve um resultado acima do esperado. “Exemplos como o do artista Odiney que se apresenta desde 2003 e nunca havia pisado no palco do Teatro Amazonas mostrou a relevância desse festival para os artistas circenses. Também pudemos contar com a presença do ator Marcos Frota, que foi um dos destaques da nossa programação coincidindo com a partida do circo dele. Quero agradecer a parceria com a Secretaria de Educação, que liberou alunos para prestigiar o espetáculo, e isso tudo só é possível devido ao compromisso do Governo do Amazonas, e do governador Wilson Lima com a categoria artística”.


















