Bad Bunny ou Benito Antonio Martínez Ocasio, começou a carreira publicando músicas no SoundCloud enquanto ainda trabalhava em um supermercado em Veja Baja, Porto Rico, e estudava comunicação na universidade. Seu nome artístico veio de uma foto de infância em que ele aparece vestido de coelho bravo, daí “Bad Bunny”, um apelido que acabou virando marca registrada.

Fonte: Billboard.com.br
Sua música transita principalmente entre o trap, o reggaeton e o pop, mas a sonoridade é fluida e incorpora elementos variados da música eletrônica e ritmos tradicionais como a salsa. O reconhecimento veio com força total em 2025, com 19,8 bilhões de streams e uma vitória histórica no Grammy, com seu último disco Debí Tirar Más Fotos, o primeiro Álbum do Ano em espanhol.
Sua histórica apresentação no intervalo do Super Bowl LX, no domingo passado, foi uma grande festa e marcou a primeira vez, em 60 anos de história da final da NFL, onde o show central foi inteiramente em espanhol. Foram 13 minutos de um espetáculo eletrizante, homenagens a cultura portoriquenha e a toda América Latina. O cantor se jogou nos braços dos bailarinos ao som de “NUEVAYoL”, passou seu troféu do Grammy para uma criança e, em um momento carregado de emoção, correu de um lado para o outro em seu traje de domingo, homenageando os boricuas da ilha e a rica cultura nuyorican de Nova York.
Em meio a um período especialmente delicado da história dos Estados Unidos, Bad Bunny atravessou o gramado rodeado por dançarinos que erguiam as bandeiras de todos os países das Américas e do Caribe. Ao som de “DTMF”, ele fincou a bola oval do futebol americano no meio do gramado e declarou: “Puerto Rico, seguimo’ aquí.” Porto Rico, continuamos aqui.
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