Perto de completar dois anos de sua partida, o cineasta amazonense Djalma Limongi Batista ganha tributo com três de suas obras audiovisuais no Cine Carmen Miranda, de quinta a sábado (15 a 17), sempre às 19h. Na quinta (15), tem ‘Brasa Adormecida’ (1986), com Maitê Proença, Edson Celulari e Paulo César Grande. Seu filme mais premiado ‘Asa Branca – Um sonho brasileiro’, com Edson Celulari e Eva Wilma, será exibido na sexta-feira (16).
- Imagem: Cine Carmen Miranda
- Imagem: Cine Carmen Miranda
Para fechar a homenagem, no sábado (17), ‘Autovideografia’, é sobre a carreira de Walmor Chagas, amigo de Djalma, com debate após a sessão, comandado pelo multifacetado Sérgio Cardoso e a irmã do saudoso realizador, Edith Limongi.
Ainda nesta semana, o Cine Carmen Miranda exibe filmes de outras temáticas e gerações. Conferir na programação completa.
O Cine Carmen Miranda tem o apoio da Política Nacional Aldir Blanc, Ministério da Cultura, Governo Federal, Conselho Municipal de Cultura (Concultura), Prefeitura de Manaus e Manauscult, além da parceria com o Instituto Cultural Hiléia Amazônica, onde funciona o cinema de rua, localizado à Rua do Congresso, nº 10, Centro, Praça do Congresso, próximo à Biblioteca Municipal (portão laranja). A iniciativa conta, ainda, com adesão da À La Carte Belas Artes e da Aliança Francesa Manaus.
Djalma Limongi Batista
Nascido em Manaus, em 1950, participou do movimento cineclubista da cidade, antes de mudar-se para o Distrito Federal, e depois para São Paulo. Autor de uma obra pequena e bastante diversificada, abordou temas que vão desde a paixão nacional pelo futebol até a riqueza da língua portuguesa. Dirigiu alguns curtas-metragens, entre eles ‘Um clássico, dois em casa e nenhum jogo fora’ (1968) e ‘Porta do céu‘ (1975), antes da estreia na direção de longa com ‘Asa Branca, um sonho brasileiro’ (1981), que ganhou o prêmio de melhor diretor no Festival de Gramado de 1982. Seu segundo longa ‘Brasa adormecida’ (1986) é uma homenagem a ‘Brasa dormida’ (1928), de Humberto Mauro. Em 1997, mergulhou no universo poético e erótico de ‘Bocage, o triunfo do amor’, livre adaptação dos poemas do português Manuel Maria du Bocage.



















