Após 30 anos sendo trilha sonora de momentos e histórias do povo brasileiro, a banda mineira Skank, referência no pop rock nacional, anunciou em novembro de 2019, que sairiam em turnê de despedida para, em seguida, buscarem novos desafios solos por tempo indeterminado. Samuel Rosa, Léo Zaneti, Haroldo Ferretti e Henrique Portugal, contaram que a decisão foi tomada em conjunto e sem qualquer mal-estar.
Os shows da turnê de despedida já começaram a rodar o Brasil, em Manaus a data será reagendada e os músicos contaram, com exclusividade ao Portal Mazé Mourão, a emoção de suas últimas apresentações juntos.

(Foto: Divulgação)
PORTAL MAZÉ MOURÃO – Falando em hit, qual a música que não pode de fora nesta turnê?
GRUPO SKANK – Muito difícil dizer. Temos muito orgulho de todas as músicas que gravamos. Para escolher o repertório dessa turnê, consultamos nossas plataformas de streaming para saber o que nosso público estava escutando mais e assim montar o set list do show.
PMM – E a emoção de subir ao palco, sabendo que, por um tempo vocês seguiram caminhos diferentes? Como tem sido?
GS – Fizemos dois shows dessa turnê já, na Bahia, com ingressos esgotados, e foi muito emocionante ver o carinho do público. Vai ser um ano de muita emoção.

(Foto: Divulgação)
PMM – Durante esse tempo juntos, qual o momento mais marcante da carreira do Skank?
GS – Muito difícil escolher um momento. Foram tantas viagens, parcerias, histórias nesses 30 anos. Acho que aproveitamos nosso tempo como banda fazendo o que gostamos e da melhor forma possível.
PMM – Planos para o futuro… O que vem pela frente?
GS – Cada um de nós deve investir em seus projetos pessoais. Eu já tenho um projeto com o Lelo e o DJ Anderson Noise, que chama Nie Myer, onde a gente mistura música eletrônica com outros estilos. Vamos continuar com esse projeto, que já tem duas músicas lançadas, uma delas com participação do Milton Nascimento.


















