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Jardins de Yoni’: duo eletrônico amazonense lança EP nas plataformas digitais; saiba quando

'Completo pra recomeçar’ traz seis faixas autorais com proposta que incorpora som tradicional ao tecnológico


“Completo pra recomeçar” chega às plataformas digitais de áudio com seis faixas autorais, no dia 1º de junho. Escritas e produzidas por Victor Torres (guitarra e vocal) e Diego Nogueira (sintetizadores, beats e teclas), a personalidade musical da dupla é permeada por elementos que passeiam entre o moderno e o retrô, com letras que traduzem experiências reais.

(Foto: Divulgação)

Formado em 2016, o duo coleciona composições que foram aprimoradas ao longo do tempo, resultando em versões musicalmente mais maduras. As faixas selecionadas para compor o EP que apresenta a Jardins de Yoni ao grande público foram “Divalproato” (música de trabalho), “Primeira Vez”, “Saudade Repassada”, “Meio Barro, Meio Tijolo”, “Fim dos Trabalhos” e a instrumental “Mergulho Lento”.

A dupla aposta na música como aliada num momento em que as pessoas buscam formas de manter o bem-estar, diante de um cenário inesperado de pandemia. “A gente vive um momento ímpar na história da nossa geração. A música é um alento para as pessoas. Não temos a pretensão de ser o novo sucesso nacional, mas que quem ouça se sinta conectado com alguma coisa. Arte é isso. É mudar a vida de alguém por um instante, breve ou não. Que ela chegue nas pessoas certas e que as pessoas se identifiquem”, avalia Diego Nogueira.

Diferencial

A Jardins de Yoni entrega a sonoridade de uma banda completa, porém com apenas dois componentes. “Eu faço as músicas na voz e violão, mas já imaginando como ela será no futuro. Eu e o Diego nos reunimos no estúdio dele e começa a construção da canção. É uma parada analógica (guitarra) e outra digital, que são os sintetizadores e beats disparados pelo Diego. Pode até ser uma surpresa quando ouvirem o disco, porque não parece que as músicas foram feitas somente por dois caras, mas foram”, detalhou Victor Torres.

(Foto: Divulgação)

“Gosto de experimentar sons, timbres, ideias. Geralmente o Victor já chega com uma ideia de letra e, às vezes, um arranjo simples no violão. A partir daí eu passo para os sintetizadores, começo a pensar em beats e, juntos, vamos atrás de referências e explorando ideias. Duas pessoas precisam fazer a função de uma banda inteira. Não é violão e voz. Tem guitarra, beats, sintetizadores, pianos, bateria eletrônica, efeitos, vocoders. Os arranjos são feitos de uma forma que a gente consiga reproduzir da maneira mais orgânica possível na hora do ao vivo”, acrescentou Diego, ao destacar o entrosamento da dupla.

O nome da banda surgiu bem antes de ela existir. “Peguei um livro de psicologia sobre simbolismo e li que ‘jardins’ significava ‘paraíso’ em algumas religiões, algo bem óbvio, mas explodiu minha cabeça, na época. Eu tinha uma palavra, mas queria um nome composto. Foi aí que, na última página do livro, tinha um triangulo de cabeça para baixo. Li que o nome era Yoni, local de nascimento, sagrado, deusa suprema. E ali nasceu a Jardins de Yoni”, explicou Victor Torres.

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