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Fotógrafo amazonense lança exposição virtual neste sábado

Sérgio Corrêa da Costa apresenta “Domo”, com direção artística e roteiro de Francisco Tote, no Instagram e Facebook


Do período de isolamento, medida recomendada pela Organização Mundial de Saúde como prevenção do novo coronavírus, surgiu a proposta da exposição virtual “Domo”, do fotógrafo Sérgio Corrêa da Costa, que será lançada neste sábado (06/06), a partir das 21h, no Instagram (@sergiocorreadacosta) e no Facebook (/sergio.correadacosta). Com direção artística e roteiro do também fotógrafo Francisco Tote, a mostra exibirá cenas do cotidiano em imagens captadas na sala, cozinha, área externa, oficina, quartos e até em momentos de oração na casa do autor.

(Foto: Sérgio Corrêa da Costa)

“A proposta é destacar que, mesmo em casa, trancado, você tem perspectivas de olhares diversos, inclusive sobre fatos que se tem dentro de casa e que nunca se teve a oportunidade de contemplar. A expectativa é trazer o invisível para o visível, que são os objetos presentes dentro de casa e, nesse aspecto do ócio, surgiram fotografias fantásticas”, afirma Sérgio Corrêa da Costa. “A exposição é voltada para os admiradores de fotografias que não têm a oportunidade de visitar galerias neste momento e fazer com que eles contemplem um trabalho fotográfico diferente”.

Segundo o autor, serão apresentadas 32 fotos, em preto e branco, com direção artística e roteiro de Francisco Tote, com quem Sérgio Corrêa da Costa fundou o grupo Fotógrafos da Madrugada em 2014, além de integrar o fotoclube Lentes da Amazônia. Ele explica que a narrativa visual mística de “Domo”, do latim “em casa”, busca transmitir sensibilidade, criatividade e emoção diante de um sentimento global vivenciado em tempos de pandemia.

(Foto: Sérgio Corrêa da Costa)

“Com o trabalho dentro de casa finalizado, e foram quase 100 registros, chegou o momento de escolher quem iria fazer a direção artística e roteiro, o curador, e pensei no Francisco Tote, um fotógrafo premiado em bienais de fotografia fora de Manaus, salões nacional e internacional, que trouxe para composição virtual uma conversa entre as fotos”, conta o autor. “Ele criou uma história, fez com que as fotografias conversassem uma com a outra, como, por exemplo, a máscara no rosto, que abre a exposição, com o cadeado do portão trancado. Tudo foi muito bem pensado, desde a montagem das fotos até a escolha da trilha sonora e isso é mérito também do diretor de arte”.

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