Pelúcio, Occami, Seminviso, mas também unicórnios, dragões e sereias serão exibidos a partir de hoje no Museu da História Natural de Londres, em uma exposição sobre os “Animais Fantásticos” da franquia “Harry Potter”, que apresenta também as feras reais em que eles se inspiram. O visitante estará imerso em um universo estranho, mas bem conhecido pelos fãs das histórias de J.K. Rowling, seguindo os passos de Newt Scamander, o magizoólogo britânico que protagoniza a franquia “Animais Fantásticos”.

(Foto: TOLGA AKMEN/AFP)
Esses filmes – cuja trama se passa no mesmo universo que a saga de Harry Potter, mas cerca de 60 anos antes – confrontam o herói com uma coleção de monstros e bestas incríveis.
“Olhamos as características surpreendentes de alguns desses animais fantásticos e os comparamos com nossa coleção de mais de 80 milhões de espécimes”, explicou Lorraine Cornish, a chefe-conservadora do museu. A operação permitiu estabelecer “vínculos extremamente significativos e fascinantes” com mais de 100 espécimes, apresentadas na exposição, acrescenta.

(Foto: TOLGA AKMEN/AFP)
A primeira parte remete às origens dos monstros presentes na saga, mas que também pertencem ao imaginário coletivo, como dragões, unicórnios e sereias, mostrando como surgiram tais crenças. O esqueleto de 8 metros de comprimento de um estranho peixe dos abismos oceânicos fala sobre os mitos das enormes serpentes marinhas. Verdadeiros chifres gigantes explicam a origem dos unicórnios, cujos pelos são usados para fazer as varinhas mágicas de Ron Weasley e Draco Malfoy, personagens centrais da saga de Harry Potter.


















