
Na obra, o autor conta como sua história de amor-próprio começou ainda na infância, ao se livrar da realidade de violência doméstica que vivia com o padrasto. Foram quase dez anos presenciando a agressão física de sua mãe, além dele próprio ter sido uma vítima em segredo. Aos 14 anos, o ciclo de horror teve fim e Gui deu início a uma trajetória de autoconhecimento que mudaria sua vida.
Ao longo do livro, ele fala sobre hábitos e atitudes que o ajudaram a reconstruir sua rotina e olhar para dentro de si. Ele reflete sobre a importância da resiliência e de reavaliar a influência do externo em nossas próprias vidas, mostrando como é importante a compreensão de que o amor-próprio vem de si e leva tempo para ser consolidado. “É um processo no qual se amar não acontece do dia para a noite, pois, assim como todo amor, requer tempo e intimidade. E como formiguinhas, vamos aos poucos nos construindo novamente”, afirma.


















