A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio do 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP), divulga as imagens de nove integrantes de uma organização criminosa que estão sendo procurados por atuação estruturada nos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva e violação de sigilo funcional, com ramificações em diversos estados do país.
Os procurados são: Alexandre Braz Maia, Allan Kleber Bezerra Lima, apontado como o líder da organização criminosa, Bismarque de Souza Pereira, Luana Ferreira Tavares, Messias Daniel da Silva Alves, Monique Kelly Galvão de Sousa, Nubia Rafaela Silva de Oliveira, Pedro Igor Garcia Rodrigues e Pedro Sergio Saraiva Rocha Júnior.
- PC-AM_PROCURADO ALEXANDRE BRAZ MAIA (Fotos: PC-AM/ENVIADAS PELA ASSESSORIA DE IMPRENSA)
- PC-AM_PROCURADO MESSIAS DANIEL DA SILVA ALVES (Fotos: PC-AM ENVIADAS PELA ASSESSORIA DE IMPRENSA)
- PC-AM_PROCURADO PEDRO SERGIO SARAIVA ROCHA JÚNIOR (Fotos: PC-AM/ENVIADAS PELA ASSESSORIA DE IMPRENSA)
- PROCURADO ALLAN KLEBER BEZERRA LIMA (Fotos: PC-AM/ENVIADAS PELA ASSESSORIA DE IMPRENSA)
- PC-AM_PROCURADO BISMARQUE DE SOUZA PEREIRA (Fotos: PC-AM/ENVIADAS PELA ASSESSORIA DE IMPRENSA)
- PROCURADO PEDRO IGOR GARCIA RODRIGUES (Fotos: PC-AM/ENVIADAS PELA ASSESSORIA DE IMPRENSA)
- PROCURADA NUBIA RAFAELA SILVA DE OLIVEIRA (Fotos: PC-AM ENVIADAS PELA ASSESSORIA DE IMPRENSA)
- PROCURADA MONIQUE KELLY GALVÃO DE SOUSA (Fotos: PC-AM/ENVIADAS PELA ASSESSORIA DE IMPRENSA)
Segundo o delegado Marcelo Martins, os criminosos são alvo de uma investigação que integra a Operação Erga Omnes, deflagrada na sexta-feira (20), a qual revelou que o tráfico de drogas tinha ramificações dentro da administração pública. O grupo também utilizava empresas de fachada para operacionalizar o tráfico em todo o território nacional.
“A investigação apontou o envolvimento de ex-assessores que atuavam na área da advocacia, bem como de servidores públicos lotados em setores estratégicos dos órgãos onde exerciam suas funções. Esses agentes eram utilizados para facilitar o trânsito da organização criminosa em diferentes instituições”, mencionou o delegado.
De acordo com o delegado, o Allan Kleber, identificado como líder da organização, se vangloriava da proximidade com essas pessoas, afirmando ter contatos em todos os órgãos e, por isso, não temia a prisão, pois pagava a todos, como foi possível constatar a partir da extração de dados de um aparelho celular apreendido.
“Ele ainda se apresentava como evangélico e atuava em uma igreja localizada no bairro Zumbi dos Palmares, zona leste de Manaus. A investigação constatou que igrejas evangélicas eram utilizadas como forma de camuflagem social, dificultando a identificação do grupo criminoso”, disse o delegado.
Denúncias
A PC-AM informa que quem souber informações sobre o paradeiro dos indivíduos, pode realizar denúncias anonimamente por meio dos números: 197 e (92) 3667-7575, disque-denúncia da PC-AM; e 181, disque-denúncia da Secretaria de Segurança Pública (SSP-AM).


























