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Instituto Claro apoia início da coleta de ovos de quelônios na Amazônia

Projeto Pé-de-Pincha atua nas comunidades de Mamori e Igapó-Açú, no Amazonas, visando a preservação e desenvolvimento da espécie


Os meses de agosto e setembro marcaram o início do programa Pé-de-Pincha, projeto de conservação das populações de quelônios em municípios do Amazonas, com a coleta de mais de oito mil ovos de Tracajás – réptil da ordem dos quelônios, como tartarugas, cágados e jabutis – nas comunidades do Mamori e Igapó-Açu, localizada em uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) no Amazonas, que integra as Unidade de Conservação Estaduais geridas pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Amazonas (SEMA). O projeto Pé-de-Pincha é uma parceria entre o Instituto Claro e a SEMA, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, Comunidade do Ramal do Mamori e entorno e Universidade Federal do Amazonas – UFAM.

(Foto: Divulgação)

 Na região do Igapó-Açú foram coletados mais de 6,4 mil ovos de quelônios. Já na comunidade do Mamori, mais de 1,5 mil ovos foram coletados e transferidos para as áreas de conservação. Ao todo, 406 ninhadas foram protegidas para o desenvolvimento dos quelônios. “Esse tipo de iniciativa é de suma importância para levar conhecimento ambiental e de conservação das inúmeras espécies que existem na fauna brasileira. Além disso, o Projeto Pé-de-Pincha conta com diversos trabalhos sociais que auxiliam a população no entendimento dessas causas relacionadas ao meio ambiente e atividades infantis que estimulam a educação ambiental para crianças”, afirma Flávio Rodrigues, gerente de responsabilidade social da Claro.

(Foto: Divulgação)

Desde 2010, o Instituto Claro colabora na proteção dos ovos durante a baixa dos rios e na soltura dos filhotes na época da cheia. A iniciativa oferece treinamento aos moradores – com o apoio do Ibama e a supervisão da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), palestras e cursos, além de conservar as espécies realizando a transferência dos ninhos para áreas de proteção. Após a eclosão dos ovos e os filhotes crescerem um pouco mais são devolvidos a seu habitat natural.

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