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‘Como me tornei o amor da minha vida’


O isolamento social se mostrou um grande desafio, mas também uma oportunidade de nutrir o tipo de amor mais importante que há para ser cultivado: o amor-próprio. E para inspirar quem precisa fazer as pazes consigo mesmo, Guilherme Pintto compartilha sua potente história de construção do autoamor no lançamento da Editora Planeta, Como me tornei o amor da minha vida.

Na obra, o autor conta como sua história de amor-próprio começou ainda na infância, ao se livrar da realidade de violência doméstica que vivia com o padrasto. Foram quase dez anos presenciando a agressão física de sua mãe, além dele próprio ter sido uma vítima em segredo. Aos 14 anos, o ciclo de horror teve fim e Gui deu início a uma trajetória de autoconhecimento que mudaria sua vida.

Ao longo do livro, ele fala sobre hábitos e atitudes que o ajudaram a reconstruir sua rotina e olhar para dentro de si. Ele reflete sobre a importância da resiliência e de reavaliar a influência do externo em nossas próprias vidas, mostrando como é importante a compreensão de que o amor-próprio vem de si e leva tempo para ser consolidado. “É um processo no qual se amar não acontece do dia para a noite, pois, assim como todo amor, requer tempo e intimidade. E como formiguinhas, vamos aos poucos nos construindo novamente”, afirma.

A obra é um convite para quem deseja se reencontrar, sobretudo em um momento tão complexo como o de uma pandemia. Qual caminho escolher para estar em total conexão consigo mesmo? Como ressignificar situações traumáticas e aprender a se amar de uma vez por todas? Como me tornei o amor da minha vida nos guia para a resposta.

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