A família de Juliana Marins foi à Justiça a fim de realizar uma nova autópsia no corpo da jovem, morta após cair da trilha do cume do Monte Rinjani, na semana passada.

Foto: Arquivo Pessoal/Juliana Marins
“Com o auxílio do Gabinete de Gestão Integrada de Segurança (GGIM) da Prefeitura de Niterói, acionamos a Defensoria Pública da União (DPU-RJ), que imediatamente fez o pedido na Justiça Federal solicitando uma nova autópsia”, informou Mariana Marins, irmã de Juliana.
O motivo, segundo a defensora Taísa Bittencourt Leal Queiroz, responsável pelo pedido à Justiça Federal, é a “ausência de esclarecimento sobre a causa e o momento exato em que a vítima morreu.” No despacho, ela pediu que a perícia seja feita no máximo seis horas depois da chegada do corpo de Juliana ao Rio de Janeiro.
O Plantão Judiciário da Justiça Federal decidiu não analisar o pedido, que será avaliado pelo juiz responsável pelo caso, já sorteado previamente.
O corpo de Juliana ainda está na Indonésia, aguardando o translado.
Também nesta segunda-feira, a Defensoria Pública da União enviou um ofício pedindo que a Polícia Federal instaure um inquérito para investigar o caso.


















