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Expedição Cultural beneficia mais de 260 pessoas em municípios do interior do AM

Todas as ações seguiram os padrões de segurança em prevenção a Covid-19


A “Expedição Cultural”, iniciativa do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, atendeu 263 pessoas, entre jovens e idosos, com oficinas artísticas em Tabatinga, São Paulo de Olivença, Benjamin Constant e Atalaia do Norte, em outubro. A ação faz parte do programa “Amazonas Cultura de Valor”, que tem objetivo de potencializar a cultura e promover o alinhamento do Estado à política nacional para o setor.

(Foto: Alex Maia e Joyce Beleza/Secretaria de Cultura e Economia Criativa)

Com patrocínio da Companhia de Saneamento do Amazonas (Cosama), a programação incluiu oficinas de dança, grafite, elaboração de projetos culturais, Linguagem Brasileira de Sinais (Libras) e, ainda, uma palestra sobre a Lei Aldir Blanc, além de apresentações de dança e sessões de cinema. Todas as ações seguiram os padrões de segurança em prevenção a Covid-19.

“O interior do Amazonas é rico em cultura e talentos, e a ‘Expedição Cultural’ é um catalisador para a descoberta destes artistas e para inspirar os jovens e crianças no mundo cultural, além de proporcionar opções de desenvolvimento, como a oficina de elaboração de projetos culturais, em que os participantes podem aprender a implementar ações dentro de seus próprios municípios. O objetivo é que alcancemos cada vez mais a população no interior do estado”, afirmou o secretário de Cultura e Economia Criativa, Marcos Apolo Muniz.

(Foto: Alex Maia e Joyce Beleza/Secretaria de Cultura e Economia Criativa)

Em Tabatinga, onde mais de 50 pessoas se beneficiaram com as oficinas oferecidas, a professora Tamires Furtado das Chagas elogiou o curso de Libras por ter a chance ver um professor surdo dando aula. As aulas foram ministradas pelo professor Marcelo Costa, da Assessoria de Inclusão da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.

“Poucos cursos chegam a Tabatinga, e achei muito louvável ter uma oficina de Libras e, principalmente, ter um professor surdo, formado na área, galgando espaço na sociedade, se destacando. Trouxe até a primeira acadêmica formada na Universidade do Estado Amazonas em Tabatinga para ela se espelhar”, declarou.

(Foto: Alex Maia e Joyce Beleza/Secretaria de Cultura e Economia Criativa)

A professora Juliete Farias, de São Paulo de Olivença, participou da oficina de elaboração de projetos culturais e agradeceu pela oportunidade. “O sonho da gente é expandir projetos, e o meu é criar um projeto de leitura. Devido à pandemia, muitos alunos nossos estão fora da sala de aula, então quero criar um projeto onde possamos levar a leitura até a casa do aluno, uma leitura cantada através das dramatizações. A oficina veio mostrar como montar e seguir passo a passo, veio para mostrar como tornar realidade o nosso sonho aqui em nosso município”, contou.

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