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Roda de conversa sobre o outubro rosa, no Vila Vagalume 80


A Casa Criativa Vila Vagalume 80 (Avenida Fernão Dias Paes Leme, 80. D. Pedro I) realizará, através do projeto Filochoppando, uma roda de conversa sobre a campanha do Outubro Rosa. O evento, que conta com a parceria do Coletivo Humaniza e Resonare – Parto e Nascimento, acontecerá às 20h e terá acesso gratuito.

A roda de conversa busca dar mais visibilidade à campanha, que é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, promovendo a conscientização sobre a doença, proporcionando maior acesso aos serviços de diagnóstico e tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

O tema será conduzido pelas enfermeiras do Coletivo Humaniza, Sabrina Menezes e Katiele Queiroz, que conduzirão a roda de conversa, compartilhando vivências e informações necessárias, sensibilizando as pessoas presentes sobre a importância do autoexame, além de orientá-las sobre as iniciativas gratuitas para a realização da mamografia.

Para Sabrina, enfermeira obstétrica e ativista pela humanização do parto e nascimento, o autoconhecimento e o autocuidado são iniciativas primordiais para a prevenção. “O outubro rosa nos remete à importância do rastreio e tratamento do câncer de mama e colo do útero e é uma oportunidade para mulheres terem acesso aos exames e tratamentos necessários, ressalta.

“O Outubro Rosa é importante, pois nos traz a conscientização do quanto a realização do autocuidado é primordial para descobrir em tempo o câncer e ter uma chance de tratamento e cura. E que não seja só em outubro, mas em todos os meses do ano”, pontua Katiele Queiroz, que também é enfermeira obstétrica e neonatal e ativista pela humanização do parto e nascimento.

Sobre o câncer de mama

Conforme o Inca (Instituto Nacional de Câncer), o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no mundo. A doença também acomete homens, ainda que seja raro.

Este tipo de câncer não apresenta sintomas em sua fase inicial, por isso é difícil detectar a doença precocemente. Quanto mais cedo for identificado, as chances de sucesso no tratamento aumentam em 60%. Por isso, o autoexame é a melhor forma de prevenção. O Inca e o Ministério da Saúde recomendam que toda mulher faça a mamografia de dois em dois anos.

FOTOS: Sabrina Menezes e Katiele Queiroz – Divulgação; Vila Vagalume – Hudson Neris

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