ATO 5 –  REFLEXÃO FINAL!

Por muito tempo, na minha vida, repetia um bordão que copiei de um amigo: “Não preciso conhecer mais ninguém. Me bastam os amigos que tenho.”. Santa ignorância. Quanta imodéstia. Quanta caretice. Corta para agora, Covid-19, acometida desse vírus inclemente e traiçoeiro, meu Deus, ficou mais que registrado, nos ‘Anais da Vida da Mazé’, que uma população de pessoas me ama e que movimentou o Céu para interceder pela minha saúde. Pessoas que há séculos, que estudaram, trabalharam comigo em Manaus, Rio de Janeiro e adjacências, fizeram correntes do bem. Amigas e amigos de minha infância passaram a vibrar positivamente a favor do meu pronto restabelecimento. Alguém me perguntou se eu era amiga, de anos, de Luiz Alberto Nicolau, o Beto. Conheci o Beto em 2016, quando vendi para ele, dois andares, dos três dias de apresentação do meu filho Marcelo Gomes, no Teatro Amazonas. Sem firulas, quem o conhece sabe do que estou falando, chamou a secretária, entregou o maço de ingressos e mandou distribuir para os funcionários que quisessem ver o espetáculo de balé. Ponto. Corta para junho. Beto me recebeu, em seu escritório, onde me deu uma entrevista sobre o Leilão do Garantido. Ponto. Aí, colega, quando senti o primeiro papoco da Covid-19, para quem eu liguei? Beto Nicolau. Bom, a partir daí, eu recebia, diariamente, a visita dele, que ficava ‘acocado’, me olhando, às vezes calado, às vezes falando assuntos aleatórios, como se fosse meu mais perfeito amigo de infância. Quem pode explicar essa atitude de um cara ocupado e com o mundo nas costas? E os enfermeiros, fisioterapeutas, médicos, intensivista? Quase todos, hoje, frequentam minha casa como se fossem meus irmãos, colegas de tempos de existência terrena! A quantidade de mensagens que minha filha Alessandra Mourão recebeu e que, em um determinado momento, passou a dividir o Boletim Diário com o Bruno Mazieri e Ana Maria Mourão Figueiredo, quase ‘bugou’ todos os telefones, tantas eram pessoas desejando a vitória da minha estada terrena! A imensidão da bandeira arco-íris dos meus queridos amigos-irmãos, quase cobriu o Planeta, com tantas orações. Milhões de amigos, milhões, mesmo, rezaram, oraram, vibraram para que eu saísse do bico do urubu! Bati na trave, mas voltei. Conclusão: quanta honra ter milhões de amigos, verdadeiros, unidos em um só pensamento: “volta Mazé!”. Termino esse Ciclo, em 5 Atos, com a certeza de que, graças a Deus, o tal bordão é passado. Quero ter esse lote, milhões, vários, diversos amigos que intercederam por mim, junto a todos os anjos, santos, falanges, Maria Passa na Frente e, principalmente, junto ao Pai, Filho e Espirito Santo para que eu tivesse mais uma chance de vida. A todos, #gratidãoeterna.

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