Manaus, 2 de julho de 2022
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Manaus, 2 de julho de 2022

Geral

Alaídenegão chega a Porto Velho para duas apresentações


Nesta semana, a Alaídenegão desembarca em Porto Velho para duas apresentações. A primeira será na quinta-feira (14/11), no Baile Du Norte, no Zé Beer; e, no sábado (16/11), a banda subirá ao palco do Festival Mundo Novo, no Oásis Camping Club, onde dividirá a noite com atrações como Gabriel o Pensador, Mandragora, 3030, Selvagens à Procura de Lei, Volkoder, Pimpo Gama, Dashdot, Fancy Inc, Banda Fuze, Future Class, SóCiro, Gabriê e Los Porongas.

(Foto: Michael Dantas)

Pela segunda vez na capital de Rondônia, o grupo amazonense mostrará ao público local desde os clássicos como “Tecendo o Som”, “Banzeiro”, “Batom na Cueca” e “Rabeta” até as composições novas, que estão em fase de gravação e vão fazer parte do próximo disco, com previsão para o primeiro semestre de 2020. O vocalista e guitarrista Davi Escobar adianta que a Alaídenegão segue em estúdio, trabalhando uma série de músicas, incluindo versões, uma característica no repertório da banda.

“Ficamos muito felizes quando surgem oportunidades de participar da cena nortista com muitos artistas do Brasil, é uma conexão fundamental para a banda se manter pulsante, respirando as novidades do cenário musical, principalmente com nossos vizinhos do Norte”, afirma o cantor. “Nós também vamos levar o que estamos fazendo de novo por aqui”.

(Foto: Michael Dantas)

Escobar destaca que, por conta da pesquisa realizada pelo grupo sobre a música de beiradão, o setlist traz ainda releituras de sucessos dos anos 80, como ‘Xangô’, do Magalhães da Guitarra; ‘Chamego de Mulher’, do Oseas da Guitarra; e ‘Brincando com as Cordas’, do André Amazonas”. Ele explica que as músicas compõem o documentário “A Poética dos Beiradões”, projeto contemplado pelo Natura Musical e assinatura da Cauxi Produtora Cultural.

Documentário 

Neste mês, a Alaídenegão lançou o documentário “A poética dos Beiradões”, que aborda a produção fonográfica de compositores amazonenses como Teixeira de Manaus, Magalhães da Guitarra, André Amazonas, Oseas da Guitarra e Chico Caju que, na década de 1980, ao longo das beiradas dos rios amazônicos, instituíram um fazer musical em experimentações e trocas de saberes culturais.

(Foto: Michael Dantas)

Com pouco mais de uma hora de duração, o trabalho audiovisual conta com entrevistas e relatos dos músicos que protagonizaram o movimento musical do beiradão; depoimentos dos pesquisadores Rafael Branquinho, sobre a etnografia do beiradão; e Odenei Ribeiro, sobre as questões sociais que envolvem o lazer da música do beiradão; e do músico Eliberto Barroncas, que apresenta suas experiências, percepções e ideias sobre música de beiradão.

Também estão no documentário alguns espectadores dos shows de beiradão como Gildomar Campos, Raimundo Nonato, Emanuel Ferreira e Raiuda Moreira, que relatam suas vivências no auge do movimento; além de leituras e releituras de sucessos do beiradão.

 

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